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sexta-feira, 23 de junho de 2017

VACINAÇÃO REALIZADA EM FARMÁCIAS AINDA AGUARDA REGULAMENTAÇÃO


Em entrevista concedida nesta quinta-feira, dia 22 de junho, o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, falou o assunto ao Bom Dia Brasil, ressaltando que, encerrada a consulta pública n° 328/17, realizada pela ANVISA, publique-se uma resolução padronizando as normas sanitárias de forma a finalmente permitir a ampla participação das farmácias e dos farmacêuticos nessa importante área de saúde pública.
Contudo, sem uma norma de alcance nacional, alguns estados já definiram as suas próprias regras para a aplicação de vacinas em farmácias, entre os quais, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro, já que, desde 2014, as farmácias têm permissão para dispor de vacinas e soros para atendimento à população quando foi publicada a Lei nº 13.021. Entretanto, o que se verifica na prática, é que apenas as clínicas de vacinação podem prestar esse serviço à população. Há quase três anos, sem a lei regulamentada, os conselhos federal e regionais de Farmácia defendem a imediata publicação de uma norma pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), corrigindo, de vez, essa distorção.


Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara - GO

sexta-feira, 24 de março de 2017

FISCALIZAÇÃO EM SUPERMERCADO APREENDE CARNES E PESCADO

Fiscalização da Vigilância Sanitária observa a temperatura em ilha de armazenamento de carnes
A Vigilância Sanitária de Itumbiara, realizou, no dia 23/3/2017, fiscalização no estabelecimento Supermercado Bretas. Foram encontradas irregularidades na comercialização de alimentos, notadamente nos produtos de carnes e peixe (bacalhau), onde, nos primeiros (carnes), as temperaturas de armazenamento, expressamente recomendadas nas embalagens, pelos fabricantes, se encontravam superadas nas condições verificadas, conforme atestaram as observações e medições realizadas por termômetro à laser.
No caso do segundo produto apreendido (bacalhau), as embalagens primárias (que é aquela que fica em contato direto com o alimento) estavam corrompidas em alguns casos e, em outros, com as etiquetas de identificação do produto totalmente apagadas e/ou ilegíveis, não possibilitando as devidas informações sobre o peso e, principalmente, sobre a data de validade deste produto, inviabilizando totalmente sua percepção e compreensão pelo consumidor.
No total foram apreendidos e, posteriormente, inutilizados, cerca de 70 Kg de alimentos, com a empresa autuada pela venda destes produtos em condições inadequadas. Poderia parecer pouca coisa, se não fosse o potencial devastador que determinados micro-organismos, presentes em alimentos deteriorados, podem causar em organismos mais susceptíveis, como as crianças, e debilitados, como os mais velhos.
A Vigilância Sanitária de Itumbiara orienta para que os estabelecimentos sempre observem as informações contidas nas embalagens de cada produto, armazenando-os em temperaturas adequadas, de acordo com as recomendações para cada um.