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domingo, 18 de dezembro de 2016

SMS CONSOLIDA AVANÇOS NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO



A atuação da Secretaria Municipal de Saúde, comandada por Adriano Martins Lopes, consolida, através de um longo e extenso trabalho de conscientização e fiscalização, realizado pela Vigilância Sanitária, uma mudança de paradigma sobre a necessidade de adoção de soluções ambientalmente corretas no município, para a disposição e destinação final dos resíduos de serviços de saúde, também conhecidos como lixo infectante ou lixo hospitalar.
Essa mudança abrange todos os setores envolvidos, como, por exemplo, os segmentos: hospitalar (hospitais, clínicas médicas, clínicas e serviços de radiodiagnóstico e imagem, consultórios odontológicos etc.), farmacêutico (distribuidoras de medicamentos, drogarias e farmácias de manipulação), laboratorial (laboratórios químicos e de análises clínicas), veterinário (clínicas veterinárias), estúdios de tatuagem e piercing, funerárias etc., impedindo riscos ambientais decorrentes do descarte inadequado dos resíduos contendo material biológico ou químico, gerados nestes estabelecimentos em função da atividade que exercem.
NO PASSADO
Em um passado não muito distante, os resíduos gerados por todos esses estabelecimentos citados, eram motivo de preocupação pela relevância do passivo ambiental, resultante da quantidade produzida em suas atividades. Por conta do descarte inadequado, substâncias químicas, medicamentos industrializados e princípios ativos (utilizados em farmácias de manipulação) com prazos de validade expirados, materiais perfurocortantes (ampolas, seringas com agulhas etc., decorrentes da utilização na aplicação de medicamentos injetáveis), materiais com gaze e algodão contaminados com material biológico, acabavam parando em valas de uma área segregada do aterro controlado da cidade e que, mesmo tomadas todas as medidas mitigadoras para minimizar o impacto na natureza, terminavam suscitando questionamentos ambientais e judiciais.

A REALIDADE ATUAL
Dentro dessa perspectiva, a Secretaria Municipal de Saúde instituiu para si, nos estabelecimentos da rede pública de saúde do município, os mesmos procedimentos de conduta sobre o lixo infectante exigidos de todas as outras empresas e estabelecimentos geradores deste tipo de resíduo na rede privada, dando fim a uma preocupação que se arrastava, mas que, já há alguns meses, diante da vontade férrea, determinação e competência do atual titular da pasta, pôde ser prontamente solucionada.
Atualmente, todos os estabelecimentos públicos que geram resíduos de serviços de saúde no município (Hospital Municipal, NABS, CAIS, UBS, ESFs, NAPEO) são responsáveis pelo destino final adequado de tudo aquilo que é gerado em suas rotinas diárias, cuja coleta, para incineração, vem sendo realizada por empresa contratada pela Secretaria Municipal de Saúde. A quantidade estimada de coleta de resíduos de serviços de saúde, em todos esses locais, chega próximo de 3 toneladas/mês, sendo retirados em torno de 750 quilos semanalmente a um custo de R$ 3,50/quilo, consumindo cerca de R$ 10.500,00 por mês dos cofres da Secretaria Municipal de Saúde.
Todo o material coletado é levado para Anápolis para ser incinerado em altos fornos e reduzidos a cinzas que, posteriormente, são depositadas em aterro certificado pela SEMARH, órgão ambiental do Estado de Goiás.
Conforme o Secretário de Saúde, Adriano Martins, “todo esse gasto mensal, na execução do gerenciamento adequado dos resíduos de serviços de saúde, longe de ser uma despesa, trata-se de um investimento na preservação ambiental e na manutenção da qualidade de vida da população itumbiarense”.
A Vigilância Sanitária, em seu trabalho de fiscalização e monitoramento, por determinação da Secretaria Municipal de Saúde, continuará auxiliando na manutenção desta conquista, exigindo, no ato de renovação anual dos Alvarás Sanitários de todos os estabelecimentos, de todos os setores envolvidos, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) com a respectiva cópia do contrato de prestação de serviços da empresa (que deve possuir certificado e licença dos órgãos ambientais) que será responsável pelo recolhimento e incineração dos resíduos retirados do estabelecimento, fazendo com que estas atividades ocorram de forma sustentável e ecologicamente correta, obedecendo, portanto, ao disposto na nossa legislação ambiental.

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