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segunda-feira, 29 de abril de 2013

ATUAÇÃO DO CCZ DE ITUMBIARA É RECONHECIDA NACIONALMENTE

Sr. Fábio Graciano e sua filhinha juntos com a cadela "Amarela"



Dr. Celso Borges durante tratamento da "Amarela"



Dr. Celso Borges e aluna da Faculdade Med. Vet. de Itajubá 



Médica veterinária Sonaide Faria Ferreira da Cordenação de Zoonoses de Goiânia dá treinamento  no CCZ de Itumbiara



O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Itumbiara tornou-se nos últimos dias objeto de diversas matérias jornalísticas, algumas delas veiculadas em âmbito nacional e vistas por todo Brasil através do portal globo.com.
A mudança de paradigma implementada nas operações e nos procedimentos do órgão tem mostrado resultados bastante significativos, corroborando os esforços de toda a equipe liderada pelo coordenador da unidade, Dr. Celso Borges de Almeida Jr.
Entre as várias ações de sucesso poderíamos citar a recuperação da frota de veículos para captura de animais de pequeno e grande porte; a realização da feira de adoção de animais realizada na Praça da República, possibilitando a viabilização da adoção, pela população itumbiarense, de 25 animais; a realização de convênio de cooperação técnica, através do Fundo Municipal de Saúde, com a Faculdade de Medicina Veterinária de Itajubá – MG; realização de curso e treinamento, pela Coordenação de Zoonoses de Goiânia, para triagem de Leishmaniose Visceral Canina, facilitando o encaminhamento dos materiais para o LACEN-GO.
Entretanto, a ação mais comentada e que repercutiu de forma decisiva para o reconhecimento pela população do Centro de Controle de Zoonoses de Itumbiara, como referência no tratamento dado aos animais que para lá são encaminhados, foi aquela relacionada à recuperação da cadela Pit Bull, chamada carinhosamente de “Amarela”, cujo estado de saúde lastimável, decorrente do abandono em que foi encontrada em meado do mês de março, somente pode ser revertido através da competência profissional do Dr. Celso Borges (Coordenador do CCZ) e dos cuidados recebidos dentro daquela unidade.
O animal, após ter ganhado 7 quilos e estar totalmente recuperado, pode ser adotado, tendo sido o Sr. Fábio Graciano, de Itumbiara, o selecionado entre as mais de 30 pessoas que desejavam ter a posse definitiva e a companhia da “Amarela”.
A Secretaria Municipal de Saúde, através do Secretário de Saúde de Itumbiara, Dr. Wanderlei Domingos da Costa Jr., não tem poupado esforços e vem investindo continuamente, possibilitando, desta forma, que Itumbiara se torne referência para o Brasil e todo o Estado de Goiás nos serviços prestados dentro do CCZ de Itumbiara.
Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

quarta-feira, 24 de abril de 2013

MAIS UMA "CLÍNICA" EM ITUMBIARA É INTERDITADA POR OPERAR SEM ALVARÁ DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SEM RESPONSÁVEL TÉCNICO

HEBERT ANDRADE (DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA) CONVERSA COM INTERNOS DA INSTITUIÇÃO
Uma instituição que estaria prestando serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas, em regime de residência, foi interditada no dia 23/04/2013 na BR-452, próximo ao local denominado “Boa Vereda”, já que vinha funcionando de maneira irregular ao não possuir Alvará de Vigilância Sanitária e nem responsável técnico durante todo o horário de funcionamento, legalmente habilitado junto ao órgão municipal, além de apresentar instalações (3 quartos) incompatíveis com o número de internos (28), cujo excedente repousava em dez camas beliche distribuídas ao longo de uma garagem improvisada como dormitório, que mais lembra as acomodações destinadas aos judeus que seriam enviados às câmaras de gás em Auschwitz.
Além dessas irregularidades, várias denúncias de maus tratos e utilização de medicação injetável ou oral, com a finalidade de sedação, foram reportadas por internos ouvidos pela fiscalização da Vigilância Sanitária de Itumbiara no momento da vistoria e interdição do estabelecimento.
Esta interdição se soma a outras duas realizadas em menos de 5  meses em Itumbiara, causando apreensão e receio quanto ao tipo de “tratamento” e de condutas que poderiam estar acontecendo no interior destas instituições, cujos relatos de internos sobre castigos físicos e psicológicos aplicados àqueles que não se submetem espontaneamente ao comandos dos ditos “monitores” nos remetem aos suplícios aplicados pela inquisição nas masmorras e calabouços medievais.
Parece-nos que estamos dando um cheque em branco para que pessoas inescrupulosas que, utilizando-se de patrulhas uniformizadas com camisetas pretas e insígnias intimidadoras, possam adentrar os lares, amedrontar e subjugar as pessoas pela força e aplicação de sedativos e confiná-las em lugares onde os olhos da sociedade não possam vê-las, sob o argumento de que estariam dando uma enorme contribuição na solução do problema das drogas e prestando um grande serviço à sociedade.
Urge repensarmos (Vigilância Sanitária, Ministério Público, Polícia Civil, Sociedade Civil Organizada) e fiscalizarmos em que condições estas instituições estão operando, quanto se paga pelo “tratamento” que oferecem e, principalmente, qual a formação na temática dos transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas e a respectiva capacitação dos responsáveis e demais envolvidos no funcionamento destes estabelecimentos.


Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

sexta-feira, 19 de abril de 2013

AÇÃO DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PODE TER EVITADO A INSTALAÇÃO DE RAMIFICAÇÕES DO TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS EM ITUMBIARA

Hebert Andrade (Diretor de Vigilância Sanitária) e Eduardo Bento Kalil (centro) no momento da interdição da "Clinica" 

O trabalho da Vigilância Sanitária, interditando uma “Clínica” para recuperação de dependentes químicos em Itumbiara, há cerca de 4 meses, evitou que a cidade pudesse servir de base a integrantes do tráfico internacional de drogas, cuja quadrilha foi desmantelada e presa ontem (18/04/2013) em vários estados do país.
A atividade desenvolvida pelos responsáveis do estabelecimento poderia evitar suspeita, servindo de fachada para a viabilização do comércio e distribuição de drogas em nossa região. Um dos proprietários do que seria a “Clínica”, Eduardo Bento Kalil, está entre os presos da operação “Bad Trip”, desencadeada pela Polícia Federal.
Fatos como este reforçam a posição adotada pela Vigilância Sanitária de Itumbiara na cobrança da legislação sanitária, exigindo que se apresentem todos os documentos necessários, antes que se faça a abertura e se inicie o funcionamento destes estabelecimentos.
Infelizmente, o afrouxamento nas exigências para a abertura de uma “Comunidade Terapêutica”, que é o nome que se dá para os locais cujas rotinas não contemplam a prescrição sistemática e regular de medicamentos de uso psiquiátrico, com a responsabilidade técnica de um profissional médico, tem colaborado para que pessoas, na maioria jovens, recém egressos, eles mesmos, de clínicas de recuperação, enxerguem nessa atividade um filão onde a avidez pelo lucro supera, de longe, qualquer preocupação com uma proposta terapêutica legítima que pudesse devolver às pessoas ali internadas o convívio em sociedade.
Para se ter uma ideia da “farra” que em que se transformou a abertura dessas “Comunidades Terapêuticas”, verifica-se o fato de que qualquer pessoa, com qualquer formação superior, não necessariamente na área da Psicologia ou da Psiquiatria, estar habilitada a se tornar responsável técnico por um destes estabelecimentos.
O quê esperar de um “tratamento” em saúde mental conduzido por pessoas sem nenhum domínio das ciências médicas que as facultem lidar com a complexidade e a multifatorialidade deste problema?!
Ao fim, engana-se a família, que espera, de longe, o sucesso do tratamento e prolonga-se o sofrimento daqueles que, imaginando que encontrarão uma solução para o seu drama pessoal, não raro, acabam até vítimas de maus tratos e castigos físicos no interior destes locais, como já foi verificado.


Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara


quarta-feira, 17 de abril de 2013

ANVISA APROVA REDUÇÃO DO TEOR DE IODO NO SAL

A diretoria da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a resolução que reduz os teores de iodo do sal. A regra, que entra em vigor 90 dias após a publicação no "Diário Oficial da União", prevê a alteração da faixa atual - de 20 mg a 60 mg de iodo por quilo de sal - para um teor de 15 mg a 45 mg/kg.
        A agência acredita que o mercado conseguirá se adaptar facilmente, com base em uma análise segundo a qual 90% das marcas de sal já seguem o novo intervalo. Denise Resende, gerente geral de alimentos da ANVISA, explica que a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, com entidades do setor do sal e com organizações internacionais.
        A proposta está baseada em estudos que identificaram níveis elevados de iodo na urina do brasileiro. O consumo excessivo do nutriente pode causar disfunções na glândula tireoide, que produz hormônios reguladores do metabolismo.
        A agência também usa dados do Ministério da Saúde que indicam que a inclusão do iodo no sal em patamares mais elevados, nas últimas décadas, teve o impacto desejado de reduzir a quantidade de pessoas com bócio (uma consequência da baixa ingestão de iodo). Nos últimos 15 anos, será a terceira alteração feita nas proporções de iodo que deve ser acrescido ao sal.
        Há especialistas que discordam da redução dos teores atuais e acreditam que a mudança terá impacto grande no país. "É uma decisão errônea que coloca em risco a saúde das gestantes brasileiras e de seus bebês", afirma a endocrinologista Laura Ward. Segundo ela, metade das gestantes já tem déficit de iodo, o que pode aumentar o risco de parto prematuro, abortos, anomalias congênitas e debilidade intelectual associada a alterações neurológicas.
        "As pessoas estão consumindo muito sal, o que não só eleva a quantidade de iodo, mas também causa hipertensão. O mais eficaz seria educar a população para que ela reduza o consumo de sal", diz Maria Izabel Chiamolera, membro da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).
        A ANVISA também foi criticada por alterar os valores sem esperar pela conclusão de uma pesquisa que vai avaliar a quantidade de iodo na urina de crianças no país para verificar em que pé está o consumo dessa substância. Denise Resende, da agência, afirmou que a ideia original era esperar o fim do estudo, mas que já há a indicação de que a pesquisa não vai mudar o atual entendimento da questão. Por isso, optou-se por fazer logo a alteração.

Segundo ela, durante a consulta pública sobre o tema, 21 contribuições foram apresentadas. Só duas (de pessoas físicas) eram desfavoráveis à redução aprovada. Para Chiamolera, a decisão foi precipitada. "Não sei se há estudos suficientes para embasar essa decisão. A maior parte deles é feita na população urbana. Não sabemos se quem vive em áreas rurais tem excesso de iodo e se o país todo vai se beneficiar da medida."


Fonte: Nublat, Johanna. Anvisa aprova redução do teor de iodo no sal. Folha de São Paulo [On Line].Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1263784-anvisa-aprova-reducao-do-teor-de-iodo-no-sal.shtml. Acesso em 16/04/2013.


Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

quarta-feira, 10 de abril de 2013

VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE ITUMBIARA, COM O BALANÇO DE MARÇO, SOMOU 6.897 AÇÕES NO 1º TRIMESTRE DE 2013.


A Vigilância Sanitária de Itumbiara apresentou durante o mês de março o número de 2.897 ações, desenvolvidas em vários setores sob sua atribuição, sobressaindo, dentre estas, a emissão de alvarás de vigilância sanitária (2.062) aos diversos tipos de estabelecimentos industriais, comerciais, de prestação de serviços; estabelecimentos de saúde como clínicas médicas, consultórios médicos e odontológicos, hospitais, laboratórios, além de muitos outros sujeitos à fiscalização sanitária, existentes em nossa cidade.
O atendimento público no órgão chegou a 550 ações, possibilitando dirimir dúvidas do setor regulado sobre as diversas peculiaridades de cada atividade em relação à legislação sanitária. Fiscalizações somaram 123 ações e 80 ações foram em atendimentos à denúncias, as mais variadas. Notificações e intimações, juntas, somaram 65 ações.
Respondeu-se a 1 (um) ofício do Ministério Público, versando sobre a produção clandestina e comercialização de queijo minas (queijo fresco) sem o selo de inspeção estadual (S.I.E.) ou selo de inspeção federal (S.I.F.), cuja fiscalização deverá se acentuar nos próximos dias por conta de denúncias sobre as péssimas condições de higiene na fabricação em algumas propriedades rurais de Itumbiara que seriam responsáveis por grande parte do abastecimento deste produto no comércio de nossa cidade. Ainda tivemos 1 (uma) coleta de alimentos para envio ao LACEN-GO para análise, relacionada ao programa de monitoramento da qualidade de alimentos, neste caso, leite UHT (leite de “caixinha”).
Outras ações que mereceram destaque foram relacionadas ao trabalho de orientação e fiscalização a todos os fornecedores de produtos de panificação à Secretaria Municipal de Educação, assegurando a qualidade dos produtos que serão oferecidos à merenda dos alunos da rede pública de ensino de nosso município.
As instituições financeiras de Itumbiara, notadamente os grandes bancos, também foram visitadas pelos fiscais da Vigilância Sanitária de Itumbiara nos últimos dias e instadas a apresentarem documentos comprobatórios de manutenção de seus sistemas de ar condicionado, evitando que na exposição diária a que se submetem clientes e funcionários dentro destas agências, estes possam contrair e/ou disseminar doenças respiratórias.
Com isso o balanço das ações em vigilância sanitária chega ao final do primeiro trimestre de 2013 com o número expressivo de 6.897 ações e, ainda, com o recorde de 4.198 alvarás de vigilância sanitária emitidos, demonstrando, desta forma, que o trabalho desenvolvido vem ganhando o respaldo da população e, principalmente, do setor regulado, sempre ávido por informações e orientações que os coloquem em posição de destaque nas suas  atividades e em consonância com a legislação em vigor.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

       

segunda-feira, 8 de abril de 2013

NOTA TÉCNICA SOBRE A VERSÃO 2.0 DO SNGPC

O próximo dia 16 de abril é a data em que a ANVISA passará a exigir que as farmácias e as drogarias informem, eletronicamente, cada venda de antibiótico. O registro deve ser feito no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), desenvolvido e administrado pela Agência.
        A norma está publicada na edição desta quarta-feira (18/1) do Diário Oficial da União (DOU). A Instrução Normativa (IN) n. 1 da ANVISA entra em vigor imediatamente, conforme esclarece o texto.
        Antes da publicação da IN 01/2013, a instrução normativa anterior, a IN n. 7, de dezembro de 2011, determinava que o prazo para a obrigatoriedade de registrar as vendas de antibióticos no SNGPC era 13 de janeiro de 2013. A ANVISA agora concede um prazo maior para que as empresas se adaptem.
        O comércio varejista de medicamentos conhece a disposição da Anvisa de trazer os antibióticos para um controle mais rigoroso desde outubro de 2010. A partir daquele ano, a venda de antimicrobiano passou a ser feita mediante a exigência de a farmácia reter uma via da receita médica.
        A decisão tomada em relação aos antibióticos integra um elenco  de medidas adotadas entre 2010 e 2011, por meio das resoluções RDC 44/2010 e RDC 20/2011, como forma de responder à resistência desenvolvida pelos microrganismos a esses medicamentos.
        A ideia é conter a venda indiscriminada de antibióticos e a prática recorrente de a população adquirir estes medicamentos sem a necessária prescrição do médico ou odontólogo. Clique aqui para acessar a “NOTA TÉCNICA SOBRE A VERSÃO 2.0 DO SNGPC”.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

sexta-feira, 5 de abril de 2013

MAIS POTÁSSIO NA DIETA REDUZ RISCO DE DERRAME

Um incremento no consumo de frutas e legumes frescos e uma redução na ingestão de alimentos industrializados podem aumentar a presença do potássio na dieta e levar a uma redução de 24% no risco de derrames cerebrais na população.
Hoje, a doença é a principal causa de morte e incapacidade no Brasil. A indicação vem de uma grande revisão de estudos liderada por pesquisadores da OMS (Organização Mundial da Saúde) e publicada no "British Medical Journal".
O trabalho envolve dados de quase 130 mil pessoas saudáveis e mostra que, entre as que consumiam mais potássio (de 3,5 g a 4,7 g por dia), o risco de derrame era 24% menor do que no grupo que ingeria menos desse nutriente.
O potássio é essencial para o funcionamento celular e serve como contraponto à ação do sódio, componente do sal fortemente ligado à hipertensão, que é fator de risco para derrames e outras doenças cardiovasculares.
O trabalho sobre potássio, assinado por Nancy Aburto, do Departamento de Nutrição para a Saúde e o Desenvolvimento da OMS, é acompanhado por outras duas revisões de estudos a respeito do efeito de reduções do consumo de sódio na pressão.
Que cortar o sal da dieta ajuda a controlar a pressão é mais do que sabido. O que ainda se discute são as metas ideais de consumo diário e como implementá-las.
Hoje, a OMS recomenda até 5 g de sal por dia - o equivalente a 2 g de sódio. De acordo com o trabalho liderado pelo pesquisador Feng He, da Universidade de Londres, diminuir o consumo de sal dos atuais 9 g a 12 g observados em média na população para 5 g já teria um grande impacto, mas um corte mais radical, para 3 g, seria ainda melhor para o controle da pressão arterial. "Essa é uma ótima meta, mas muito difícil de cumprir", afirma o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. "Os alimentos industrializados não estão prontos para isso nem as pessoas". O governo brasileiro estabeleceu metas de redução de sódio para os alimentos industrializados, mas o acordo foi visto como tímido por alguns especialistas.
Fonte: Mismetti, Débora. Mais potássio na dieta reduz risco de derrame. Folha de São Paulo [On Line]. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1257577-mais-potassio-na-dieta-reduz-risco-de-derrame.shtml. Acesso em 05/04/2013.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara