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sexta-feira, 29 de junho de 2012

1ª CAMPANHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES DE ITUMBIARA


1ª CAMPANHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS
DO
CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES
ADOTE UM ANIMAL
30 DE JUNHO - SÁBADO
NA PRAÇA DA REPÚBLICA
09:00 ÀS 14:00 HORAS

CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES DE ITUMBIARA - CAMPANHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS 2012


Abandono de animais é um ato de crueldade. Se você tem um animal, saiba que é o responsável por ele durante toda sua vida.
Encaminhamento para abrigos ou ONGs não garante vida digna ao animal. Apesar de existirem voluntários e ONGs preocupados com o bem-estar dos animais, não existem soluções mágicas: abrigos públicos e privados vivem lotados de animais vítimas de abandono. Se você compra ou adota um animal de estimação, tem a responsabilidade de lhe fornecer abrigo e proteção por toda sua vida.
            Agressividade. Vítimas de indiferença, com medo, acuados, feridos ou doentes, animais abandonados podem se tornar agressivos contra pessoas ou outros animais.
            Como ajudar? Faça a sua parte e colabore para que, no futuro, nenhum animal seja abandonado, maltratado ou vítima de crueldades. Pense muito bem antes de ter um animal de estimação. Lembre-se que animais domésticos, como cães e gatos, vivem em média 15 anos. Antes de ter um animal de estimação, pense se você pode se comprometer com o bichinho durante todo esse tempo. Castre seus animais de estimação. A castração de cães e gatos impede que o animal se reproduza e diminui a incidência de diversas doenças. Quando realizado por profissionais especializados, o procedimento é simples, de rápida recuperação e sem contraindicações. Castrar seu animal é um verdadeiro ato de cidadania! Zele pela saúde do seu animal. Consulte sempre um médico veterinário. Mantenha em dia as vacinas do seu animal. Dessa forma, você evita que ele contraia doenças e que as transmita para você, sua família ou para outros animais.
Adote um animal doméstico abandonado. ONGs e grupos protetores voluntários resgatam e encaminham animais abandonados para novos lares. Visite os sites das organizações e adote um animal de estimação. Adotar um animal e tirá-lo do abandono é um ato de amor e de cidadania. Você também pode ajudar sendo voluntário de uma ONG ou grupo protetor.


    Dr. Celso Borges de Almeida Jr.                                         Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Coordenador do CCZ de Itumbiara                    Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

CAMPANHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS

Amanhã - DIA 30 de Junho de 2012 - Sábado

na Praça da República em Itumbiara

das 09:00 às 14:00 horas

PARTICIPE E ADOTE UM ANIMAL!  

terça-feira, 19 de junho de 2012

GUIA PARA QUALIDADE EM QUÍMICA ANALÍTICA


O primeiro volume da Série Temática - Acreditação de Laboratórios apresenta um guia para qualidade em Química Analítica, e tem como objetivo proporcionar aos Laboratórios Analíticos orientações sobre a melhor prática para o desenvolvimento de ensaios analíticos, qualitativos e quantitativos, sejam análises de rotina ou pesquisa.
Este Guia tem como princípio básico os requisitos técnicos da garantia da qualidade, com ênfase nas áreas onde existe uma interpretação particular requerida para ensaios químicos ou medições correlatas. Pretende orientar a implementação do sistema da qualidade em Laboratórios Analíticos, bem como auxiliar profissionais que trabalham com acreditação, habilitação, certificação, propiciando o entendimento desses requisitos.
Serve também de base para os profissionais envolvidos na verificação da conformidade dos ensaios analíticos desenvolvidos por laboratórios com base em requisitos técnicos. Ao editar esta publicação, a ANVISA ressalta a importância da qualidade analítica dos resultados como um dos instrumentos fundamentais para proteção e promoção da saúde da população. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: ANVISA

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara


quinta-feira, 14 de junho de 2012

SNGPC - ESCRITURAÇÃO ELETRÔNICA DE MEDICAMENTOS E SUBSTÂNCIAS CONTENDO ANTIMICROBIANOS

Medicamentos e substâncias que contém antimicrobianos só poderão ser vendidos em farmácias e drogarias privadas, a partir de 16 de janeiro de 2013, mediante escrituração obrigatória no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). É o que estabelece a Instrução Normativa 7/2011 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União do dia 19/12/2011.
O SNGPC é um sistema de escrituração eletrônica por meio do qual os órgãos de vigilância sanitária controlam os procedimentos de movimentação de entrada (compra ou transferência) e saída (venda ou perda) de medicamentos controlados, em farmácias e drogarias. Além dos antimicrobianos, estão sujeitos a escrituração no sistema substâncias e medicamentos como antidepressivos e anabolizantes
            Com a publicação da Instrução Normativa 7/2011 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), disponibilizada no Diário Oficial da União, definindo os prazos para a adequação dos sistemas informatizados (SNGPC) de farmácias e drogarias privadas necessária à escrituração eletrônica de medicamentos e substâncias contendo antimicrobianos sob prescrição médica. O seguinte cronograma deverá ser seguido para a efetiva implementação e adequação dos sistemas das empresas:
- 28 de fevereiro de 2012: publicação dos padrões e regras que possibilitem o início do processo de desenvolvimento dos sistemas para farmácias e drogarias privadas no hotsite do SNGPC;
- 30 de setembro de 2012: inicia-se a fase de testes para troca de informações entre Anvisa e farmácias e drogarias privadas.
- 16 de janeiro de 2013: início da escrituração eletrônica obrigatória para os medicamentos antimicrobianos.
É importante lembrar que todos os estabelecimentos deverão estar com o cadastro atualizado na Anvisa para terem acesso ao SNGPC e a norma define que o procedimento deverá ser realizado até 30 de novembro de 2012.
Uma inovação prevista será a realização do inventário inicial via arquivo XML. Assim no dia anterior ao início da escrituração a Anvisa fará a finalização automática dos inventários dos estabelecimentos que já operacionalizam o SNGPC para que os mesmos façam um novo inventário na data prevista. Aqueles que ainda não estão no sistema deverão se credenciar normalmente.
Alertamos que até data prevista os arquivos XML de movimentação deverão conter apenas dados de medicamentos sujeitos ao controle especial.
Enquanto a escrituração da venda de antimicrobianos no sistema eletrônico não é obrigatória, os estabelecimentos deverão continuar retendo a segunda via das receitas médicas. Farmácias e drogarias que não cumprirem o estabelecido pela nova regulamentação da Agência não poderão mais vender medicamentos e substâncias antimicrobianas e estarão cometendo infração sanitária. Caso alguma irregularidade seja verificada, poderão pagar multa de até R$ 1,5 milhão. Clique aqui para fazer o download da Instrução Normativa 7/2011!
Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

quarta-feira, 13 de junho de 2012

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA TERCEIRA IDADE

Com o aumento no ritmo de envelhecimento da população brasileira, torna-se fundamental planejar e desenvolver ações de saúde que possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida dos idosos brasileiros.
Dentre essas ações, estão as medidas relacionadas a uma alimentação saudável, que devem fazer parte das orientações trabalhadas pelos profissionais de saúde à pessoa idosa e sua família. Este manual foi elaborado com o objetivo de oferecer subsídios aos profissionais de saúde com relação a essas orientações, apresentando medidas práticas para o preparo e o consumo dos alimentos, que podem contribuir para promover mais prazer, conforto e segurança durante as refeições diárias da pessoa idosa.
De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, uma alimentação saudável deve ser acessível do ponto de vista físico e financeiro, variada, referenciada pela cultura alimentar, harmônica em quantidade e qualidade, naturalmente colorida e segura sanitariamente.
Ainda, com base nessa abordagem, é importante que o profissional de saúde esteja atento ao contexto das mudanças que ocorrem no corpo com o avanço da idade e no ambiente em que os idosos vivem, seja ele doméstico ou institucional, mudanças essas que podem ter implicações no processo de compra, preparo, consumo e aproveitamento dos alimentos pelo organismo.
A atenção integrada e humanizada e realizada com base na família, que seja capaz de trazer a pessoa idosa para o centro dos cuidados da equipe de saúde, deve ser o diferencial do trabalho da equipe na consecução das ações de promoção da saúde e da qualidade de vida, tendo a alimentação e a nutrição como pilares fundamentais para tal. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte:
Ministério da Saúde
Ana Beatriz Vasconcellos
Coordenadora-Geral da Política de Alimentação e Nutrição
José Luiz Telles
Coordenador da Área Técnica da Saúde do Idoso

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho

terça-feira, 12 de junho de 2012

AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - MAIO DE 2012

As ações desenvolvidas pela Vigilância Sanitária de Itumbiara vem demonstrando, mais uma vez, a importância dada a este setor pelo  titular da Secretaria Municipal de Saúde, Dr. Wanderlei Domingos da Costa Jr. , corroborando o trabalho de toda a administração municipal para que Itumbiara atinja índices de desenvolvimento humano (IDH) comparáveis aos das sociedades mais avançadas dos países mais desenvolvidos do mundo.
Sobressai nestas ações, mais uma vez, a emissão de Alvarás de Vigilância Sanitária, fruto de uma campanha de conscientização maciça, apoiada pelos maiores veículos de comunicação de Itumbiara, dirigida ao setor regulado de nossa cidade sobre a importância de atuarem em consonância com a legislação sanitária. Este número de emissão de Alvarás de Vigilância Sanitária do mês de maio (730), somado aos emitidos em meses anteriores do corrente ano, traz um dado impressionante e animador sobre os números de estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços em nossa cidade. O número total de todos estes estabelecimentos em Itumbiara, de acordo com o número de alvarás emitidos desde janeiro deste ano, chega a casa de 3239.
            Portanto, respaldados em dados concretos, tornar-se-á necessário a presença cada vez mais consistente e atuante de toda a equipe de fiscalização deste departamento da municipalidade para que, através de medidas que privilegiem em primeiro lugar a orientação de todos os responsáveis por estes estabelecimentos, toda a população possa se sentir segura e não corra riscos à sua saúde, quando vierem a consumir produtos e/ou serviços oferecidos em nossa cidade.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

sexta-feira, 8 de junho de 2012

USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

O sucesso terapêutico no tratamento de doenças depende de bases que permitam a escolha do tratamento, medicamentoso e/ou não medicamentoso,
a seleção do medicamento de forma científica e racional, considerando sua efetividade, segurança e custo, bem como a prescrição apropriada, a disponibilidade oportuna, a dispensação em condições adequadas e a utilização pelo usuário de forma adequada. Dessa forma, as decisões clínicas e as relações estabelecidas entre os profissionais e usuários são determinantes para a efetividade terapêutica.
No intuito de contribuir para a tomada de decisão terapêutica, este documento técnico apresenta uma compilação das Condutas Baseadas em Evidências sobre Medicamentos Utilizados em Atenção Primária à Saúde, constantes no Módulo de Informações do HÓRUS – Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica, desenvolvido e disponibilizado pelo Ministério da Saúde aos municípios brasileiros com vista ao aperfeiçoamento da gestão da Assistência Farmacêutica e à qualificação do atendimento prestado aos usuários.
Esta publicação, destinada aos profissionais de saúde, foi organizada em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde. Os textos constantes nesta obra foram elaborados no período de setembro de 2010 a maio de 2011, em continuidade aos Temas Selecionados publicados entre 2003 e 2007.
As condutas aqui descritas foram elaboradas sob a óptica do paradigma da saúde baseada em evidência, abrangendo manifestações clínicas frequentes e doenças prioritárias. Reúnem informações sobre indicação, seleção, prescrição, monitoramento de benefícios e riscos, bem como potenciais interações com medicamentos e alimentos, baseados em conhecimentos sólidos, independentes e atualizados. Dessa forma, vislumbra-se que orientem as práticas a fim de contribuir para a racionalidade na utilização dos medicamentos. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
Ministério da Saúde

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

quarta-feira, 6 de junho de 2012

DIRETRIZES METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DE PARECERES TÉCNICO-CIENTÍFICOS

A utilização de evidência de qualidade nos processos de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) foi uma das principais recomendações da “Oficina de Prioridades de Pesquisa em Saúde - Editais Temáticos”, realizada em março de 2006. Nesta oficina, identificou-se a necessidade de elaboração de diretrizes metodológicas para pareceres técnico-científicos, revisões sistemáticas e estudos de avaliação econômica promovidos pelo Ministério da Saúde, a fim de promover a qualidade destes.
A instituição da ATS como elemento fundamental no processo de gestão e incorporação de tecnologias se dá a partir da discussão da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde e, mais recentemente, da proposta de Política Nacional de Gestão de Tecnologias em Saúde (PNGTS).
Essa última tem como principal objetivo “maximizar os benefícios de saúde a serem obtidos com os recursos disponíveis, assegurando o acesso da população a tecnologias efetivas e seguras, em condições de equidade”. Entre os princípios da PNGTS, tem-se que: “A gestão de tecnologias deve utilizar as evidências científicas e considerar os seguintes atributos: eficácia, efetividade, eficiência, segurança e impactos econômicos, éticos, sociais e ambientais da tecnologia em questão” (BRASIL, 2006a).
A PNGTS discorre claramente sobre a importância da ATS nos processos de tomada de decisão acerca da incorporação de tecnologias em saúde: Utilização de evidência científica para subsidiar a gestão: Avaliação de Tecnologias em Saúde. Neste âmbito, destacamos a necessidade da elaboração de diretrizes metodológicas para estudos de avaliação de tecnologias, considerando as especificidades de cada tecnologia e seu estágio de desenvolvimento.
A implementação do processo de gestão de tecnologias no sistema de saúde brasileiro, iniciado pela PNGTS, deve nortear significativamente as ações em Avaliação de Tecnologias em Saúde no Brasil e, assim, contribuir de forma importante para o crescimento da demanda, no Ministério da Saúde, por pareceres técnicos baseados em evidências científicas de qualidade.
Visando a atingir esta necessidade, o projeto de elaboração das Diretrizes Metodológicas: Elaboração de Pareceres Técnico-Científicos foi pactuado no Grupo de Trabalho Permanente de Avaliação de Tecnologias em Saúde do Conselho de Ciência, Tecnologia e Inovação (GT-ATS/CCTI/MS). Procedeu-se, então, à composição de um Grupo de Trabalho de especialistas em Avaliação de Tecnologias em Saúde e Medicina Baseada em Evidências, para elaboração do documento. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: Ministério da Saúde

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

terça-feira, 5 de junho de 2012

PRODUTOS DESINFESTANTES - MANUAL DE PROTOCOLOS PARA TESTES DE EFICÁCIA

Seguindo a filosofia da ANVISA – salvaguardar a saúde da população nos produtos e serviços sujeitos ao controle sanitário e garantir que os mesmos sejam adequados aos fins propostos – é que foi desenvolvido este trabalho em conjunto com representantes do setor regulado, comunidade científica e laboratórios habilitados pela REBLAS, com o objetivo de preencher uma lacuna existente no país e no mundo: protocolos padronizados para avaliação da eficácia de produtos desinfestantes.
Se a segurança dos produtos advém do conhecimento de suas características toxicológicas, a comprovação da adequação para os fins propostos é feita por meio dos testes de eficácia. A evolução da regulamentação sanitária para estes produtos culminou, em 1997, com a publicação das Portarias 321 e 322, sendo que a primeira foi revogada pela Resolução – RDC nº 326, de 07 de dezembro de 2005, que passaram a ser as principais ferramentas para a concessão do registro e suas alterações para produtos saneantes categorizados como desinfestantes, sendo tais atribuições competência da Gerência-Geral de Saneantes (GGSAN) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Desinfestantes são produtos, de venda direta ao consumidor ou para empresas especializadas, que se destinam à aplicação em domicílios e suas áreas comuns, no interior de instalações, em edifícios públicos ou coletivos e seus ambientes afins, para o controle de insetos, roedores e outros vetores incômodos ou nocivos à saúde. Incluem-se ainda os produtos de venda livre para aplicação em jardins residenciais e plantas ornamentais (cultivadas sem fins lucrativos), a fim de controlar pragas e doenças, bem como aqueles produtos destinados à revitalização e embelezamento das plantas. Saiba mais sobre estes produtos nesta publicação. Clique aqui para fazer o download!
Fonte: ANVISA

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

segunda-feira, 4 de junho de 2012

VIGILÂNCIA SANITÁRIA EM GELADOS COMESTÍVEIS - SORVETES

Gelados comestíveis são produtos obtidos pela mistura de ingredientes básicos como leite, frutas, sucos, sementes oleaginosas ou da mistura de água, açúcares, polpas de frutas, com variações conforme o sabor, sendo adicionados a estes, aditivos: corantes, aromatizantes, espessantes, estabilizantes e acidulantes (BRASIL, 1999).
O processo de fabricação é complexo, com várias etapas essenciais a qualidade do produto, que em sua maioria tem fabricação informal, podendo contribuir para maior incidência do risco sanitário inerente à microflora do leite. Ótimo meio para o crescimento microbiano, devido ao seu valor nutricional, pH quase neutro (6-7) e à longa duração do período de armazenamento (MIKILITA, 2004).
O processo produtivo do sorvete consiste no preparo da calda, com ingredientes selecionados, pesados e misturados para obtenção da mistura ou MIX, permitindo a dissolução sem formação de grumos dos ingredientes em pó, assegurando a correta proporção entre os mesmos. As etapas do processo são: mistura, pasteurização, homogeneização, resfriamento, maturação, batimento e congelamento, acondicionamento. (BRASIL, 2003)
Seus ingredientes principais, associados ao processo de fabricação, caracterizam o sorvete como um alimento de alto risco epidemiológico para o consumidor.(MIKILITA, 2004).
Os perigos (físicos, químicos e microbiológicos) são provenientes do processo produtivo, sem controle sanitário, tratamento térmico e manipulação inadequada, inexistência de seleção de fornecedor de ingredientes, como leite, frutas, sementes oleaginosas e frutas secas (ICMSF,1991). Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: ANVISA

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

domingo, 3 de junho de 2012

PROTOCOLO DAS AÇÕES EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Em fevereiro de 2006 o Ministério da Saúde editou a Portaria nº 399/GM, que divulgou o Pacto pela Saúde 2006 e as diretrizes operacionais do referido pacto, já aprovado pela Comissão Intergestores Tripartite do SUS e pelo Conselho Nacional de Saúde. Esse novo pacto originou-se da necessidade de qualificar e implementar o processo de descentralização, organização e gestão do SUS; do aprimoramento do processo de pactuação intergestores, objetivando a qualificação, o aperfeiçoamento e a definição das responsabilidades sanitárias e de gestão entre os entes federados no âmbito do SUS; da necessidade de definição de compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentem impacto sobre a situação de saúde da população brasileira.
A vigilância sanitária se insere neste processo adotando um novo modelo de pactuação das suas ações, a partir da definição participativa das diretrizes estratégicas para o setor, que leve em conta uma nova lógica de programação, ao substituir o mecanismo de categorização das ações por níveis de complexidade, conforme definidas na Portaria SAS/MS nº 18/99, pelo sistema de gestão solidária entre as esferas de governo, e considerando o enfoque de risco, segundo preconizado na Portaria GM/MS nº 399/06.
A reformulação do processo de pactuação, derivada da análise da situação de saúde do país, com definição de prioridades expressas em objetivos e metas, com foco em resultados, exige a estruturação da vigilância sanitária e a construção de um conjunto de compromissos sanitários a serem assumidos e cumpridos pelas três esferas de gestão.
O Termo de Compromisso de Gestão formaliza o pacto realizado entre o Estado, seus municípios, e com a esfera federal. O conjunto de ações de vigilância sanitária abrange elementos de estruturação para o funcionamento dos serviços, tais como instalações físicas, equipamentos, sistema de informações, marco legal, capacitação de equipe técnica, instalação de serviço de acolhimento de denúncias. Um segundo conjunto de ações se refere ao controle sanitário exercido por meio de inspeção sanitária, monitoramento de qualidade de produtos, investigação de surtos e controle de doenças cujos fatores determinantes estejam em seu campo de atuação.
Esse conjunto de responsabilidades e compromissos compõe os planos de ação de vigilância sanitária, inseridos nos Planos Estaduais e Municipais de Saúde, aprovados nas Comissões Intergestores Bipartites e nos Conselhos de Saúde. O sistema de acompanhamento e avaliação da execução do plano de ação será o instrumento de monitoramento do pacto.
Para a negociação e definição das ações de vigilância sanitária no pacto, é prioritária a delimitação de seu universo de atuação e a quantificação dos estabelecimentos em funcionamento no Estado.
A execução das ações pactuadas será financiada com recursos financeiros federais que compõe o Bloco de Vigilância em Saúde, repassados fundo a fundo, oriundos das fontes da Vigilância Epidemiológica e Ambiental - Teto Financeiro de Vigilância em Saúde/TFVS e recursos específicos; e da Vigilância Sanitária - Teto Financeiro de VISA/TFVISA, e incentivos específicos, que têm por fonte as taxas de fiscalização de vigilância sanitária arrecadadas pela Anvisa/MS.
Os recursos financeiros repassados aos Estados serão aplicados na execução das ações de vigilância sanitária assumidas e para a coordenação e acompanhamento das vigilâncias sanitárias municipais. Aos municípios serão repassados recursos financeiros para a estruturação dos serviços e a execução das ações pactuadas, de acordo com o seu Plano de Ação.
O monitoramento da aplicação dos recursos financeiros em vigilância sanitária terá como instrumento a avaliação da execução do Plano de Ação e dos indicadores pactuados e formalizados no Termo de Compromisso de Gestão do Estado.
Para orientação dos serviços de vigilância sanitária na elaboração dos planos de ação, foram preparados:
• Termo de Referência para elaboração de Planos de Ação
• Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária.
O Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária trata do detalhamento do universo de atuação e dos objetos da vigilância sanitária, para subsidiar a programação de ações de controle sanitário, exercido por meio de inspeção sanitária e monitoramento de qualidade de produtos e serviços. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: ANVISA

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

sexta-feira, 1 de junho de 2012

VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SEGURANÇA DOS MEDICAMENTOS

O propósito deste Guia é auxiliar os profissionais de saúde a participar do importantíssimo processo da vigilância contínua da segurança e eficácia dos produtos farmacêuticos usados em sua prática clínica. A avaliação contínua de seus benefícios e danos ajudará a alcançar o objetivo principal, que é disponibilizar tratamentos mais seguros e mais efetivos aos pacientes.
Os objetivos do Guia são aumentar a consciência da magnitude do problema de segurança de medicamentos e convencer os profissionais de saúde de que notificar as reações adversas é sua obrigação moral e profissional.
Da mesma forma, procura-se, através da divulgação do Guia reduzir as taxas de morbidade e mortalidade por uso de medicamentos por meio da detecção precoce de problemas de segurança de medicamentos nos pacientes e melhorar a seleção e uso racional de medicamentos pelos profissionais de saúde. Clique aqui para fazer o download da publicação!
Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara