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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: DESAFIOS E SOLUÇÕES


Dr. Wanderlei Domingos da Costa Jr.
Secretário de Saúde de Itumbiara
A Vigilância Sanitária de Itumbiara, incentivada pelo Secretário de Saúde, Dr. Wanderlei Domingos da Costa Júnior, em um trabalho de conscientização sobre a necessidade de se encontrar soluções adequadas para a disposição final dos resíduos de serviços de saúde, vem trabalhando junto ao segmento farmacêutico (Distribuidoras de Medicamentos, Drogarias e Farmácias de Manipulação) no intuito de minimizar os riscos ambientais decorrentes da destinação final dos resíduos gerados nestes estabelecimentos em função da atividade que exercem.
No caso das distribuidoras de medicamentos e farmácias de manipulação o aspecto mais relevante se dava em relação ao descarte de substâncias químicas, como medicamentos industrializados e também princípios ativos com prazos de validade expirados. Já nas drogarias o problema seria não só com o descarte de medicamentos com prazos de validade expirados, mas também de materiais perfurocortantes (ampolas, agulhas etc.) decorrentes da utilização na aplicação de medicamentos injetáveis.
Desde o início do ano todos estes estabelecimentos tem sido responsáveis pelo destino final destes tipos de resíduos, gerados em suas rotinas diárias. A Vigilância Sanitária está exigindo, no ato de renovação dos Alvarás Sanitários destes estabelecimentos, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).
Atualmente estas empresas (Distribuidoras de Medicamentos, Farmácias de Manipulação e Drogarias) estabelecem contratos de prestação de serviços para recolhimento e incineração destes resíduos junto a empresas com certificado e licença dos órgãos ambientais, obedecendo ao disposto na legislação ambiental, trabalhando de forma sustentável e ecologicamente correta.
Dentro dessa perspectiva a Secretaria Municipal de Saúde já vem analisando algumas propostas para que, em curto prazo, possa se instituir o mesmo tratamento, como o dado ao lixo infectante destas empresas, a todos os geradores deste tipo de resíduos, tanto em estabelecimentos da rede privada, bem como naqueles da rede publica de saúde do município que, por enquanto, vem sendo dispensado em aterro controlado, de acordo com o que a legislação ambiental ainda permite.