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sábado, 24 de setembro de 2011

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RAIVA ANIMAL É PRORROGADA

Agosto é o mês do cachorro louco - segundo a crença popular. É também o período em que tradicionalmente se realiza a vacinação gratuita de cães e gatos contra a raiva, no Brasil. Mas, neste ano, a tradição foi rompida em boa parte do país.
Por conta dos graves efeitos colaterais causados pela vacina usada em 2010 - que provocaram até mesmo a morte de animais em alguns Estados, como São Paulo e Rio de Janeiro -, a campanha preventiva está suspensa em toda a região Sudeste, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima, além do Distrito Federal. E por período indeterminado, afirma Cláudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Vigilância e Saúde do Governo Federal.
O ano passado foi muito traumático para todos os envolvidos nesse trabalho. Houve uma mudança na tecnologia usada para fabricar a vacina empregada, o que, em tese, significava uma evolução. Mas os efeitos colaterais em alguns animais levaram à suspensão do uso daquele produto. De lá para cá, foram feitas duas coisas. Uma delas foi a busca de um novo produto, mais seguro. A segunda foi a compra de vacinas do exterior para que não deixássemos de agir em locais prioritários onde o risco de contágio é maior.
Para resolver o problema nos Estados onde o risco de contaminação de animais é maior, o governo federal importou 10 milhões de doses do medicamento. No Maranhão e no Ceará, a vacinação já foi realizada. Essa vacina importada já é conhecida nossa. Não é a primeira vez que o Brasil a utiliza. Além disso, vem sendo empregada em diferentes países.
As datas das campanhas nos outros locais que já receberam seus lotes de vacina - região Nordeste, Pará e Mato Grosso do Sul - serão definidas pelos governos locais.

À espera
Para os 12 Estados restantes, além de Brasília, será distribuído um medicamento brasileiro, fabricado pelo laboratório Tecpar (do Paraná).
Mas esta vacina, feita a partir do mesmo método usado nas doses usadas no ano passado, ainda está em fase de testes. Apesar de não haver uma conclusão sobre o que causou as reações graves em certos animais após a aplicação da vacina em 2010, a hipótese mais aceita é a de que aquele medicamento continha uma proteína estranha aos organismos de cães e gatos em altas concentrações.
Mesmo com a purificação da vacina usada na campanha de 2010, talvez ainda tenha restado uma quantidade grande de elementos estranhos. Para superação dessa provável causa, o que se tem feito é aumentar o período da etapa de purificação dessas proteínas estranhas. Depois de purificada, essa vacina será testada em cães e em gatos para se verificar se o suposto problema foi de fato superado, já que se trata de uma hipótese.
Entretanto, os donos de cães e gatos que moram nos locais onde a campanha está suspensa não devem se preocupar. Ainda que a vacina tenha duração média de um ano, já que nessas regiões a ocorrência de raiva em animais não é observada há muitos anos, o risco é mínimo. Se estivéssemos em uma situação de circulação do vírus, nos 12 Estados que não receberam a vacina importada e também no DF, essa preocupação existiria. Mas há mais de dez anos não há identificação de raiva em cães e gatos nesses locais. Mais ainda em humanos. Na região Sul, onde a doença não ocorre há muito tempo, o governo não realiza campanhas de vacinação gratuita dos animais.

Fique atento
A raiva é uma doença praticamente mortal, que atinge também morcegos e pode ser transmitida aos humanos. Se o seu bichinho de estimação tiver mais de três meses, ele já pode ser vacinado. Até mesmo as fêmeas que estiverem esperando filhotes precisam ser protegidas da doença. Cachorros devem ser levados aos postos de vacinação com coleiras e guias. Os mais nervosinhos precisam ir também de focinheira. Os gatos, que costumam ser mais ariscos em ambientes desconhecidos, podem ser contidos na hora de tomar a agulhada se estiverem envoltos em uma toalha ou um lençol.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: DESAFIOS E SOLUÇÕES


Dr. Wanderlei Domingos da Costa Jr.
Secretário de Saúde de Itumbiara
A Vigilância Sanitária de Itumbiara, incentivada pelo Secretário de Saúde, Dr. Wanderlei Domingos da Costa Júnior, em um trabalho de conscientização sobre a necessidade de se encontrar soluções adequadas para a disposição final dos resíduos de serviços de saúde, vem trabalhando junto ao segmento farmacêutico (Distribuidoras de Medicamentos, Drogarias e Farmácias de Manipulação) no intuito de minimizar os riscos ambientais decorrentes da destinação final dos resíduos gerados nestes estabelecimentos em função da atividade que exercem.
No caso das distribuidoras de medicamentos e farmácias de manipulação o aspecto mais relevante se dava em relação ao descarte de substâncias químicas, como medicamentos industrializados e também princípios ativos com prazos de validade expirados. Já nas drogarias o problema seria não só com o descarte de medicamentos com prazos de validade expirados, mas também de materiais perfurocortantes (ampolas, agulhas etc.) decorrentes da utilização na aplicação de medicamentos injetáveis.
Desde o início do ano todos estes estabelecimentos tem sido responsáveis pelo destino final destes tipos de resíduos, gerados em suas rotinas diárias. A Vigilância Sanitária está exigindo, no ato de renovação dos Alvarás Sanitários destes estabelecimentos, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).
Atualmente estas empresas (Distribuidoras de Medicamentos, Farmácias de Manipulação e Drogarias) estabelecem contratos de prestação de serviços para recolhimento e incineração destes resíduos junto a empresas com certificado e licença dos órgãos ambientais, obedecendo ao disposto na legislação ambiental, trabalhando de forma sustentável e ecologicamente correta.
Dentro dessa perspectiva a Secretaria Municipal de Saúde já vem analisando algumas propostas para que, em curto prazo, possa se instituir o mesmo tratamento, como o dado ao lixo infectante destas empresas, a todos os geradores deste tipo de resíduos, tanto em estabelecimentos da rede privada, bem como naqueles da rede publica de saúde do município que, por enquanto, vem sendo dispensado em aterro controlado, de acordo com o que a legislação ambiental ainda permite.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ANVISA PROÍBE BISFENOL A EM MAMADEIRAS

As mamadeiras fabricadas no Brasil ou importadas para uso no país não poderão mais conter a substância Bisfenol A (BPA). Foi publicada nesta segunda-feira (19/9) a resolução RDC 41/2011 determinando a proibição em todo o país.
A decisão da Anvisa está baseada em estudos recentes que apontam riscos decorrentes da exposição ao BPA, mesmo quando essa exposição ocorre em níveis inferiores aos que atualmente são considerados seguros. Apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco do Bisfenol A, a decisão da Anvisa atende ao princípio da precaução e busca proteger as crianças de 0 a 12 meses.
O Bisfenol A está presente no policarbonato, que é uma substância utilizada na fabricação de mamadeiras. A decisão de proibir o uso da substância na composição desses produtos levou em consideração o fato de o sistema de eliminação do BPA pelo corpo humano não ser tão desenvolvido em crianças na faixa etária de 0 a 12 meses. O principal substituto do policarbonato, nestes utensílios, é o polipropileno.
Os fabricantes e importadores terão 90 dias, a partir da publicação no Diário Oficial da União, para cumprir a determinação. As mamadeiras fabricadas ou importadas dentro do prazo de 90 dias poderão ser comercializados até 31 de dezembro deste ano. 
A proibição do BPA pela Anvisa está alinhada às medidas já adotadas em outros países, como Canadá e Estados da União Europeia.  No Mercosul, medida semelhante deverá ser adotada em breve. Por iniciativa do próprio Brasil, os países do mercado comum estão discutindo a eliminação do BPA para mamadeiras e artigos similares destinados à alimentação de lactentes em todo o bloco econômico.
A revisão do regulamento para embalagens de alimentos está em fase de consolidação para que seja aprovada pelo Grupo Mercado Comum. A Anvisa acompanha as discussões e as novas  informações sobre a segurança de uso do BPA e, até o momento, não há justificativa para adoção de outras restrições de uso para a substância.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara



terça-feira, 20 de setembro de 2011

CRIAÇÃO DE PORCOS E GALINHAS FACILITA TRANSMISSÃO DE LEISHMANIOSE

A criação de porcos e galinhas aumenta o risco de transmissão de Leishmaniose, doença causada pelo protozoário leishmania e transmitida por um inseto conhecido como Mosquito-palha. Esta foi a conclusão de uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizada durante três anos, com um grupo de crianças e cães em uma região endêmica, no interior da Bahia.
O estudo revela que o risco de contrair leishmaniose visceral é de duas a quatro vezes maiores entre crianças que vivem em casas com criações desses animais. De acordo com a pesquisa, apesar de o cão ser reconhecido como único animal doméstico reservatório do protozoário, a criação de porcos e galinhas favorece o aumento do número do Mosquito-Palha, o Flebótomo, que é o vetor do protozoário.
Maior Risco
Segundo o estudo, com a proliferação do Mosquito-Palha, cresce a possibilidade de um desses insetos virem a picar um cão infectado e transmitir a doença ao picar outros animais ou o homem. A presença de porcos e galinhas possibilita um aumento do número dos flebótomos porque o sangue deles funciona como fonte de alimento para esses insetos e, além disso, a matéria orgânica de chiqueiros e galinheiros é um terreno propício para que flebótomos depositem seus ovos, explica Edson Duarte, coordenador da pesquisa. A presença das aves é um atrativo também para as raposas, um reservatório silvestre da leishmania.
Ele disse que o estudo servirá para a orientação de programas de prevenção à doença. "Ao identificar as casas com criadores de animais como locais de maior risco, podemos passar a entender e concentrar a borrifação e orientar os moradores a manter uma certa distância destes ambientes . A telagem milimétrica dos criadouros pode ser uma boa alternativa, especialmente se não houver possibilidade de afastá-los da residência.
Em alguns municípios através da legislação específica - Código de Posturas e Código Sanitário - é proibida a criação de animais de produção em áreas urbanas devido aos diversos riscos sanitários decorrentes da atividade.
Alerta
A coordenadora Estadual do Programa das Leishmanioses da Gerência de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, Veruska Castilho de Oliveira Neve, também presidente da Comissão de Saúde Pública do CRMV-GO, explica que em virtude das denúncias de tratamento canino, inclusive com medicamento importado adquirido pelo Ministério da Saúde exclusivamente para tratamento humano, e tendo em vista as dificuldades enfrentadas pelas Secretarias de Saúde, foi solicitado parecer à Advocacia Geral da União quanto aos procedimentos a serem adotados, em caso de descumprimento da Portaria Interministerial n° 1.426 de 11 de julho de 2008, que proíbe o tratamento da leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não, registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Prevenção
Diversas instituições também serão oficialmente informadas como Procuradoria da União do Estado, Ministério Público, CRMV- GO, Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - seção Goiás (Anclivepa-GO), Vigilância Sanitária, universidades, dentre outros.
Até o momento, a melhor providência é a prevenção através do uso da coleira repelente de deltametrina a 4%, uma vez que a vacina anti-leishmaniose ainda está em fase de desenvolvimento e a única alternativa no que se refere ao reservatório urbano para impedir a expansão da doença, infelizmente é a eutanásia dos infectados, seguindo a Resolução 314 do CFMV, como lembrou Veruska. Todos os direitos animais (bem-estar, diagnóstico e eutanásia humanitária) e de seu respectivo proprietário devem ser amplamente respeitados e garantidos. Por ser leishmaniose visceral uma doença complexa, outras ações de controle devem ocorrer simultaneamente em relação ao vetor e à educação e informação à saúde. A referida Coordenação das Leishmanioses desenvolve em parceria com outras instâncias (Secretarias Municipais de Saúde, Centros de Zoonoses, Escola de Veterinária/UFG, dentre outros), assessoria e capacitações permanentes e se coloca à disposição para quaisquer outros esclarecimentos, sugestões ou críticas através do número (62) 3201-4514/4545.


Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara



(Fonte : Quirão Ano XXIV nº116 – abril 2010)

VIGILÂNCIA SANITÁRIA : ALIADA OU INIMIGA DO SEU NEGÓCIO?

Empresas e profissionais do setor privado, ainda nos dias de hoje, costumam ver e falar de vigilância sanitária como sinônimo de entrave, penalidades, desarrazoabilidade, incongruência, autoritarismo... e assim por diante.
Entendemos que esta visão é de quem ainda não compreendeu a importância da vigilância sanitária para o bem do seu próprio negócio. Vigilância sanitária é, antes de mais nada, parceira, porque ajuda a empresa identificar falhas e corrigir erros, antes que um mal maior ocorra ao consumidor e, consequentemente, aos seus próprios negócios.
Já imaginaram se toda vez que ocorresse a identificação de um problema no sistema produtivo, a questão fosse parar diretamente nas mãos do Ministério Público ou do Judiciário? Quantas vezes sua empresa já parou para dimensionar o dano que causaria a sua marca, caso a questão não tivesse sido tratada entre os profissionais da fiscalização sanitária e empresa, mas sim em desgastantes debates processuais?
Sabemos, por exemplo, que a reputação do festejado sistema americano de controle e fiscalização de produtos e serviços alimentícios e de saúde se dá, em boa parte, em decorrência dos efeitos prodigiosos das valiosas indenizações obtidas pelos consumidores, em processos judiciais. As empresas, nos Estados Unidos, sabem que se falharem, entregando bens ou serviços defeituosos, os consumidores ingressarão com ações gigantescas visando indenização. Esse simples fato força a observação rigorosa das normas sanitárias vigentes, naquele país.
A realidade brasileira ainda é outra. E se podemos afirmar que o nosso sistema funciona dentro de certa razoabilidade jurídica, no que tange às ações de controle e fiscalização sanitária, boa parte está no fato da vigilância sanitária ser operante e trabalhar executando serviços educacionais, preventivos e repressivos.
Assim, já é tempo das empresas e profissionais do setor privado renovarem seus olhares para estratégias positivas em relação à vigilância sanitária, de maneira a contribuir com a constante melhora e evolução do setor.
Lembre-se, é a vigilância sanitária que ajuda a impedir, por exemplo, que produtos impróprios para utilização ou consumo e concorrentes clandestinos e desleais atrapalhem o seu negócio. 
(Fonte: Associação Brasileira dos Profissionais em Vigilância Sanitária)

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

VIGILÂNCIA SANITÁRIA ORIENTA SOBRE OS CUIDADOS NA UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS


Uma das grandes causas de internações hospitalares no Brasil, segundo pesquisa do Ministério da Saúde, ocorre por reações adversas a medicamentos decorrentes da sua utilização de forma inadequada pela população.
Essa observação fez com que a Secretaria Municipal de Saúde, comandada pelo médico Dr. Wanderlei Domingos da Costa Jr., esteja divulgando, através da Vigilância Sanitária, orientações sobre o uso correto e responsável de medicamentos.
Através de uma publicação realizada pela ANVISA, nossa população poderá obter informações sobre vários aspectos envolvidos na utilização de medicamentos, tais como: interações entre medicamentos, interações de medicamentos com alimentos, interações de medicamentos com bebidas alcoólicas, cuidados na administração de medicamentos a pessoas idosas, ação dos medicamentos e seus efeitos na condução de veículos ou na operação de máquinas, fitoterápicos  etc.
Aqui você terá informações importantes que, seguramente o auxiliarão na adesão ao tratamento e na conduta terapêutica adotada pelo seu médico. Clique aqui.   

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara


terça-feira, 6 de setembro de 2011

VIGILÂNCIA SANITÁRIA E PROCON : RESPEITO À SAÚDE E AO DIREITO DO CONSUMIDOR

Em reunião realizada dia 5 de Setembro de 2011 entre o Superintendente do PROCON, Adauto Borges e o diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara, Hebert Andrade, juntamente com o departamento jurídico do PROCON, bem como das equipes de fiscalização das duas entidades, foram discutidas várias questões de interesse da coletividade e que fazem parte das atribuições e competências destes dois órgãos em suas rotinas de fiscalização.
Além de buscar uma atuação integrada e articulada, promoveu-se a discussão sobre os aspectos técnicos e legais a serem verificados nas inspeções, onde os integrantes também puderam expor e compartilhar suas experiências em fiscalizações.
Abordou-se, no encontro, a necessidade de uma maior interação entre as equipes de fiscalização destes dois órgãos que, conforme entendimento dos participantes, brevemente deverá tomar nova dinâmica, cujos efeitos positivos não tardarão a serem percebidos pela sociedade itumbiarense em suas relações de consumo de bens e serviços que se desenvolvem no cotidiano de nossa cidade.
Com o objetivo de obterem melhores resultados em suas incursões buscarão otimizar suas fiscalizações através da atuação em conjunto, trabalhando de forma sinérgica para atingirem resultados que redundem, não só em ganho de eficiência para ambas instituições, mas, e principalmente, que se traduzam, de forma patente, no pronto atendimento às demandas da população por estes dois órgãos.
PROCON e Vigilância Sanitária atuarão orientando, quando for o caso, e aplicando a lei, quando verificarem comportamentos que comprometam ou atentem contra o direito ou à saúde do consumidor em adquirir bens e serviços, respeitando-se, nas relações de consumo, todas as garantias preconizadas pela legislação.
Outros segmentos organizados da sociedade, como Associação Comercial e Industrial de Itumbiara, CDL, entidades de classe etc., serão convidados a participar, tanto orientando seus associados nas boas práticas comerciais, quanto dando a sua contribuição para a discussão e engrandecimento do debate quanto aos aspectos relativos ao cumprimento do que estabelece o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Sanitária do Município de Itumbiara, colaborando, desta maneira, na construção da cidadania de nossa população.
 
Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara

VIGILÂNCIA SANITÁRIA FAZ APREENSÃO RECORDE DE MEDICAMENTOS

A Vigilância Sanitária de Itumbiara realizou no dia 5 de Setembro uma apreensão  recorde de medicamentos que vinham sendo comercializados de forma irregular por uma empresa atacadista de Itumbiara.
Num deslocamento da equipe de fiscalização, em trabalho de inspeção de rotina e verificação das instalações da empresa, para posterior emissão do Alvará de Vigilância Sanitária, verificou-se, nas suas dependências, a presença de uma quantidade substancial de medicamentos que seriam comercializados de forma irregular, já que a empresa não possuía a autorização de nenhum órgão sanitário para exercer este tipo de atividade e a venda de medicamentos deve obedecer à legislação específica para este setor.
Foram recolhidas mais de 400 caixas de medicamentos que possivelmente seriam distribuídos em alguns estabelecimentos do comércio varejista da região.
A Vigilância Sanitária esclarece que este tipo de comércio somente pode ser exercido por estabelecimentos que possuam alvarás específicos para esta atividade como, por exemplo, distribuidoras de medicamentos e drogarias que, dispondo de um Farmacêutico como responsável técnico, os dispensam à população e a oriente, observando para que sua utilização seja feita de forma segura e criteriosa, de acordo com a prescrição recebida do médico.
Portanto, a Vigilância Sanitária alerta que quaisquer medicamentos que estejam sendo comercializados em bares, lanchonetes, supermercados ou outros estabelecimentos que não estejam habilitados legalmente para comercializar este tipo de produto, estarão sujeitos não só à apreensão desta mercadoria, bem como às penalidades estipuladas na Lei Sanitária do Município de Itumbiara (Lei 2.833/2003) e na Lei 16.140/2007 do Estado de Goiás.

Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara
    

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A PRESENÇA DE POMBOS NOS ESPAÇOS URBANOS E OS RISCOS À SAÚDE PÚBLICA

Em muitos lugares, os pombos já atingiram a condição de praga urbana, em razão de sua superpopulação, dos prejuízos econômicos que causam e dos riscos que representam à saúde pública, sendo necessário o seu controle populacional. Devido a sua imagem estar ligada a símbolos como paz, amor e religião, e terem sua proteção e livre reprodução garantida pelos próprios moradores das cidades e pelas leis ambientais, sua população vem crescendo e trazendo transtornos ao ambiente e à saúde pública.
Os pombos transmitem doenças que são causadas tanto por fungos existentes em suas fezes secas, como por bactérias que se transmitem ao contaminar os alimentos ou a água. Essas doenças podem inclusive levar à morte, em alguns casos de forma silenciosa.
A presença dos pombos não é uma questão pontual ou individual, mas sim uma questão de saúde pública, uma vez que atinge coletividades e, assim sendo, exige também medidas coletivas de enfrentamento. Além disso, em locais onde há concentração dessas aves freqüentemente também há proliferação de ratos, baratas e moscas. Mais importante, porém, pombos desempenham um importante papel na transmissão de várias doenças que acometem humanos e animais domésticos, tais como criptococose, histoplasmose, ornitose, salmonelose, toxoplasmose, encefalite, dermatites, alergias respiratórias, doença de Newcastle, aspergilose e tuberculose aviária.
Apresentaremos, no link abaixo,  um guia produzido pelo Museu de Ciências Naturais e pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul que, sem a pretensão de ser completo, contém orientações gerais e sugestões de medidas simples que podem ser postas em prática em nossas escolas, estabelecimentos comerciais e demais construções, para afastar os pombos ou evitar que essas aves utilizem forros de telhados, beirais, parapeitos, marquises e outras estruturas de edificações humanas como abrigos ou locais de reprodução. Clique aqui.


Dr. Hebert Andrade Ribeiro Filho
Diretor de Vigilância Sanitária de Itumbiara


domingo, 4 de setembro de 2011

8 JEITOS DE MUDAR O MUNDO


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